Bodas de Trigo

À minha esposa Juliana

 

Hoje, estamos colhendo

os primeiros frutos

De uma união

Com muitos joios

Mas ainda assim sadia!

Com alguns arranhões

Resistente como couro

Reluzente como ouro

Leve como pluma

Vital como água!

 

Há filósofos que são, em resumo,

tenores desempregados

E na certa ausencia de prumo

não costumam ser amados.

Como dizia o Poetinha

É preciso estar inteiro

Para Viver um Grande Amor!

 

E na perspectiva da colheita

De um lindo trigal dourado

É preciso que se ame

E amando se seja Feliz!

 

PS.: poema também publicado no blog Insanidade Lúcida

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